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1 Litro

5 Litros

20 Litros

Stark

 

É um produto natural, que transmite a máxima tecnologia deste tempo, foi desenvolvido pela ROSSAM para ser utilizado na agricultura e também pela indústria de insumos agrícolas a fim de que produtos já comercializados por elas possam ganhar uma nova qualidade, e ainda causa efeitos secundários que favorecem a sanidade do solo e do produto final em razão de contribuir de forma bastante significativa à biota do solo e naquele momento de cada cultura, atua muito bem na agricultura orgânica e também na convencional, também naquelas que se encontra em transição, contribuindo de forma significativa no volume e qualidade da produção, ao ponto de trazer grandes ganhos ao produtor. É um produto que trata da condição do solo e sanidade onde cada cultura possa estar e ainda de forma pontual a ela, de modo que não é destinado a uma única cultura e sim a todas.

 

Ganhos esses que não se limitam a apenas ao ganho financeiro, mas também na qualidade do produto, na preservação do meio-ambiente, e por fim acrescenta a este conjunto o benefício o de não contaminar a pessoa que fará sua aplicação, pois, é sabido que em muitas vezes, em longo ou curto espaço de tempo, o resultado é sempre aquele que não agrada quando não se dá a atenção necessária ao patrimônio solo, que se deve plantar melhorando e não o desgastando.

 

Como efeito primário, se verificou em todas as culturas o maior crescimento das plantas, contenção de queda das flores e maior quantidade da colheita, melhora do solo, manutenção da fertilidade e maior capacidade de retenção de água.

Alem dos benefícios diretos no solo, os indiretos ocorrem pela supressão do ambiente contra microrganismos maléficos. Adicionalmente, a associação benéfica proporciona o aumento fisiológico de metabolitos que desencadeiam a sensibilidade do sistema radicular às condições externas, proporcionando a facilitação da percepção e absorção de nutrientes que resulta na produção final de menor custo, maior quantidade e qualidade.

 

Como efeito secundário, cuja importância é igual aos primários, ocorre naturalmente o controle de doenças fúngicas e bacteriológicas, bem como o controle natural de nematoides, acabando com a necessidade da aplicação de diversos defensivos, este que seja pelo seu alto custo, seja pela quantidade de operações necessárias que ao final repercute significativamente no custo da produção. Atua contra quase todos os fungos patogênicos, sobretudo contra aqueles que se mantêm em condição favorável a sua proliferação no solo próximo a rizosfera (raízes).

 

Quando utilizado no tratamento de sementes o STARK, além da promoção da germinação e posterior crescimento, ou seja, além de levar à semente a uma rápida germinação, emergência de plântulas e crescimento das plantas, faz com que a planta atinja o porte e condição de adulto mais rapidamente, permanecendo o produto final menos tempo no campo, o que favorece o escape contra patógenos presentes no solo e no ambiente externo e manutenção de sua qualidade.

 

Outro grande benefício a qualquer cultura, é a inexistência de tempo de carência, podendo aplicar o STARK até a colheita, sua baixa toxidez, o que permite entrar na área tratada quatro horas após a aplicação, ele é compatível às misturas de tanque com produtos tais como cobre enxofre e micronutrientes e até alguns dos produtos agrotóxicos comerciais que após o pré-teste se observa quando não há formação de grumos.

 

Recomendações Pontuais de Uso:

O STARK é um produto que a ROSSAM prefere seu uso preventivo a fim de impedir a entrada de organismos patogênicos na planta, mas sabe que quando não houve oportunidade desta ação preventiva, o mesmo STARK também resolverá os problemas descritos (vide recomendação a seguir). Por favor, atentar-se as diferenças entre as recomendações nestas situações reais diferentes uma das outras. Ou seja, a preventiva e a corretiva.

 

Uso Preventivo:

O STARK quando utilizado como meio preventivo às doenças nas plantas, contribui de forma resolutiva para sua proteção contra doenças de solo e às da parte área, nutri a planta de forma que as comuns infestações de doenças se tornam quase que inexistentes quando outras simples boas práticas também são empregadas simultaneamente pelo produtor.

O pré-controle com uso do STARK torna o solo e planta bastante equilibrados, ao ponto de este equilíbrio nutricional provocar efeitos secundários de igual ou maior eficácia da dos defensivos químicos utilizados no controle de doenças fúngicas e bacterianas de forma bastante efetiva em razão de a planta saudável poder realizar uma excelente defesa natural e ainda porque a ação do STARK  amplia com o tempo, isto é, contrário as ações dos agrotóxicos que se encerram com a aplicação.

 

Tratamento de sementes/estacas/clones: Toda e qualquer semente, estaca ou clone deve nela(s)/nele(s) já haver proteção contra fungos, bactérias e até nematoides que encontram neste seu momento, e no plantio uma maior facilidade para sua ação. Esta proteção que em muitas vezes já vem de seu fornecedor de sementes na medida suficiente para sua proteção enquanto sementes estacas ou clones, mas não contra os que lhe atacam enquanto planta.

Para o plantio se recomenda um tratamento com o STARK para que ele colabore na nutrição adequada a fim de proporcionar uma condição favorável à planta de forma que passe a resistir aos ataques que inevitavelmente sofrerá das pragas e também dos organismos patogênicos durante todo seu ciclo.

Noutro lado, os organismos benéficos que atuam em conjunto com a planta (simbiose) quando a planta está bem nutrida poderá atuar com a biota numa sinergia bastante garantidora de uma germinação saudável; de um crescimento propicio para ao final haver uma colheita com grande resultado sem ter neste tempo prejudicado o solo que esperará novos plantios e sim trazido melhoras a ele.

 

Para obter este melhor resultado, recomendamos que se aplique 110 (cento e dez mililitros a 300 (trezentos) mililitros do STARK a cada 100 quilos de sementes no dia do plantio quando sua medida for de quilos, como por exemplo, soja, milho, feijão e outras leguminosas, em sendo por volume, observar seu peso para seguir a recomendação acima.

Para a linha HF: que tem sementes pequenas que inclusive torna muito difícil seu tratamento, recomendamos que se realize o plantio nos sulcos, tubetes, bandejas, sacos e etc., e logo após realize aplicação do STARK pulverizando uma solução de 100 ml para cada 10 litros de água (água sem cloro ou qualquer outra substância que tenha ação biocida) por sobre as sementes cobertas ou não pelo substrato ou terra (s) utilizado de forma que a (s) deixe bastante úmida.

Para o tratamento de substratos: que careça de uma sanidade maior, recomendamos que se aplique UMA ÚNICA VEZ, o volume de 250 a 500 mililitros do STARK misturando-o em pequena parte do substrato ou terra (s) e depois esta parte misturada no total de no máximo 1 (um) metro cúbico que será usada (s). Devendo observar que a dose se altera em razão da certeza e incerteza da sanidade do substrato ou da terra que o produtor elegeu como a mais adequada a ele.

Para o tratamento de canteiros: Com uso de água sem adição de cloro ou outra substância biocida, fazer uma solução com 2,5 (dois litros mais meio) a 03 (três) litros do STARK em cada hectare a ser tratado, ou então o inserir no sistema de gotejamento, aspersão ou pivô de forma que a quantidade da água utilizada mantenha a mesma dose do STARK por hectare recomendada. Não havendo qualquer problema se utilizado 30 [(trinta ou 600 (seiscentos)] litros de água desde que a quantidade do STARK seja a de 2, 5 a 3 litros para cada hectare, sendo esta variação condicionada à segurança ou insegurança do produtor quanto à sanidade da área a ser tratada.

Para as mudas já formadas: Aplicar utilizando bico aspersor direcionado à base da plântula da solução contendo 250 (duzentos e cinquenta mililitros) do STARK para cada 20 (vinte) litros de água (sem cloro ou qualquer outra substância com efeito biocida), repetir esta mesma dose  e forma de aplicação a cada 15 (quinze) dias.

 

Uso  Com Ação Corretiva – Após haver infestação.

Após haver constatado a infestação por fungos; bactérias ou nematoides em razão de alguma anormalidade decorrente de desequilíbrio nutricional como a aplicação de agrotóxicos; ou outros que contribua para a presença organismos nocivos à planta e solo recomendamos a aplicação corretiva a cada 7 (sete) dias utilizando entre 300 (trezentos) a 400 (quatrocentos) mililitros do STARK  a cada 20 (vinte) litros de água de boa qualidade e sem a presença de substâncias com efeito biocida por pelo menos 4 (quatro) aplicações iguais, nos momentos em que o solo esteja com maior umidade e assim favoráveis àquelas doenças secundárias decorrentes das ações dos fungos; bactérias ou nematoides ou então às dos próprios.

 

Controle:

Para o controle após a ação remediadora, recomendamos à aplicação da solução com 250 (duzentos e cinquenta) mililitros a cada 100 (cem) litros de água (sem cloro ou outra substância com efeito biocida) a cada 15 dias, e quando se verificar que a ameaça não existe mais passar para o intervalo de tempo de 45 (quarenta e cinco) dias.

Nas culturas de curto ciclo como as leguminosas (soja, milho, feijão, e etc. bem como a H.F. (Horticultura e Fruticultura) quando este controle não for possível ser feito de forma isolada pode ser aproveitado à aplicação de outros produtos misturados ao STARK, somente não sendo compatível a mistura com produtos que contenham em sua formulação substâncias com efeitos biocidas.

 

Outras Informações:

A ação do STARK resulta numa melhora da interação planta-solo e micro-organismos favorecendo a biota, com isto a simbiose entre organismos e planta e assim ambos são favorecidos, passando a realizar outros benefícios decorrentes como a maior colonização de bactérias benéficas às plantas nas raízes que terão mesmo efeito prático de muitos agrotóxicos, além de controlar organismos nocivos às plantas e até mesmo ao patrimônio “terra” que o cuidado do produtor acaba valorizando.

 

Controle de Nematóide:

Quando se aplica o STARK, o conjunto das ações já descritas resulta que haja colonização de bactérias nas raízes das plantas (seja qual for à cultura) e passa a controlar os nematoides que a atacam. Este biocontrole se dá pela simbiose bactéria e plantas (raízes) que passa a dificultar a orientação motora de nematoides juvenis na sua busca por alimentos e assim o resultado é sua morte por inanição.

Sendo o caso de se buscar somente o controle de nematoides nocivos às plantas, a aplicação do STARK pode ser realizada via irrigação independente do equipamento utilizado, pois, através da água há a melhor distribuição do produto.

O resultado com esta aplicação é ser pouquíssimo mais lento do que do produto químico em razão de ela ser gradual, no entanto, o resultado final é bem superior que o do químico, e ainda duradouro, porque ao contrário dos produtos químicos a ação dos organismos é sempre continua pela sua renovação natural de seu ciclo e o seu modo de vida que é ter o nematoide nocivo às plantas como seu meio de sobrevivência.

 

Controles Verificados:

Até o presente, em decorrência de uma nutrição mais equilibrada que resultou numa planta mais sadia e solo mais vivo foram constatados os seguintes efeitos e controles: 1) Promoção do crescimento das plantas. 2) Controle de nematoides (fitonematoides. 3) Controle dos micro-organismos patogênicos ( fungos e bactérias causadores de doenças fúngicas e bacteriológicas, sobretudo, nas videiras, o Míldio - Plasmopara viticola; Antracnose - Elsinoe ampelina; Escoriose - Phomopsis viticola; Podridão da uva madura - Glomerella cingulata; Podridão Amarga - Melanconium fuligineum = Greeneria uvicola; Mancha das folhas - Isariopsis clavispora= Pseudocercospora vitis; Doenças da madeira ou podridão descendente; Fusariose - Fusarium oxysporum f.sp. herbemontis.

 

Na cultura da soja onde se observa um grande número de problemas já bastante conhecidos decorrentes das ações primárias de um outro organismo hospedeiro como a Antracnose (Colletotrichum truncatum); Cancro da haste (Diaporthe aspalathi e Diaporthe caulivora); Crestamento foliar de Cercospora e mancha púrpura (Cercospora kikuchii); Ferrugem (Phakopsora pachyrhizi e P. meibomiae); Mancha alvo e podridão radicular de Corynespora (Corynespora cassiicola); Mancha foliar de Ascochyta (Ascochyta sojae); Mancha foliar de Myrothecium (Myrothecium roridum); Mancha olho-de-rã (Cercospora sojina); Mancha parda (Septoria glycines); Mela ou requeima (Rhizoctonia solani AG1); Míldio (Peronospora manshurica); Tombamento e morte em reboleira de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani); Tombamento e murcha de Sclerotium (Sclerotium rolfsii); Oídio (Microsphaera diffusa); Mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum); Podridão de carvão da raiz (Macrophomina phaseolina); Podridão parda da haste (Cadophora gregata; Podridão radicular de Rosellinia (Rosellinia necatrix); Seca da haste e da vagem (Phomopsis spp.); Podridão radicular de Phytophthora (Phytophthora sojae); Podridão vermelha da raiz (Fusarium brasiliense, F. tucumaniae, F. crassistipitatum). Doenças causadas por bactérias: Crestamento bacteriano (Pseudomonas savastanoi pv. glycinea); Fogo selvagem (Pseudomonas syringae pv. tabaci); Pústula bacteriana (Xanthomonas axonopodis pv. glycines); Mancha bacteriana marrom (Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens). Doenças causadas por vírus: Mosaico cálico (Alfalfa Mosaic Virus - AMV); Mosqueado do feijão (Bean Pod Mottle Virus - BPMV); Mosaico comum da soja (Soybean Mosaic Virus - SMV); Necrose da haste (Cowpea Mild Mottle Virus - CPMMV); Queima do broto (Tobacco Streak Virus - TSV); Doenças causadas por nematoides: Nematoide de cisto (Heterodera glycines); Nematoides de galhas (Meloidogyne incognita e M. javanica); Nematoide das lesões (Pratylenchus brachyurus); Nematoide reniforme (Rotylenchulus reniformis),

 

No feijão, Os Fungos  Mancha-Angular - Phaeoisariopsis griseola (Sacc.) Ferraris . Antracnose – Colletotrichum lidemuthianum (Sacc. & Magn.) Scrib . Mofo-branco – Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) de Bary . Ferrugem – Uromyces appendiculatus (Pers.) . Murcha-de-fusarium – Fusarium oxysporum f. sp. . Mela – Thanatephorus cucumeris (Frank) . Oídeo – Erysiphe polygoni DC . Podridão-cinzenta-do-caule - Macrophomina phaseolina (Tassi) . Podridão-do-colo – Sclerotium rolfsii Sacc . Mancha-de-alternária – Varias espécies do gênero Aternaria e outras. - Bactérias . Crestamento-bacteriano – Xanthomonas Campestris pv. . Fogo-selvagem – Pseudomonas syringae pv. tabaci (Wolf & Foster). Vírus . Mosaico-dourado – (BGMV, do inglês “bean gold mosaic virus”) . Mosaico-comum – (BCMV, do inglês “bean common mosaic virus”) . Outros,

No milho e sorgo, Antracnose do colmo Colletrochum graminicola; Podridão de Diploidia Stenocarpella maydis e S. macrospora; Podridão de Fusarium Várias espécies do gênero Fusarium; Podridão por Pythium Pythium aphanidermatum; Mancha Branca Associação entre o fungo Phaeosphaeria maydis, com a bactéria Pantoea ananatis; Cercosporiose Cercospora zea-maydis; Ferrugem polissora ;Puccinia polyssora; Ferrugem comum Puccinia sorghi; Helmintosporiose Exserohilum turcicum; Helmintosporiose Bipolaris maydis; Ferrugem tropical ou Ferrugem branca Physopella zeae;

 

 Tomate, pimentão, cucurbitáceas e cenoura, Oídio Oidiopsis taurica; Murcha-de-fitóftora Phytophthora capsici; Murcha-bacteriana Ralstonia solanacearum; Antracnose Colletotrichum spp; Nematoide-das-galhas Meloidogyne spp; Requeima Phytophthora infestans; Pinta-preta Alternaria spp; Oídio Oidium lycopersici e Oidiopsis sicula; Septoriose Septoria lycopersici; Murcha-bacteriana Ralstonia solanacearum; Murcha-de-fusário Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici; Murcha-de-verticílio Verticillium dahliae; Mancha-bacteriana Xanthomonas spp.; Nematoide-das-galhas Meloidogyne spp.; Crestamento-gomoso Didymella bryoniae; Oídio Erysiphe cichoracearum e Podosphaera xanthii; Míldio Pseudoperonospora cubensis; Podridão-de-raízes Phytophthora capsici; Nematoide-das-galhas Meloidogyne spp.; Queima-das-folhas Alternaria dauci, Cercospora carotae e Xanthomonas hartorum pv. Carotae; Nematoide-das-galhas Meloidogyne spp.;

 

Café, a cultura do café, como a demais,  também sofre dos ataques de fungos, bactérias e vírus, como as doenças fúngicas mais comuns: Ferrugem do café Hemileia vastatrix Berk & Br.; Cercospora ou Mancha-de-olho-pardo, Cercospora coffeicola Berk & Cooke; Mancha-manteigosa Colletotrichum spp.;  Mancha de Phoma Phoma spp.: Roselineose ou mal dos quatri anos”Rosellina spp.; Rhizoctoniose – Thanatephorus cucumeris (Frank) Donk Rhizoctonia solani Kuhn; Fuzariose spp.; Antracnose-dos-frutos verdes ou Coffea Berry Disease.; Traqueimicose ou murcha-do-cafeeiro - Coffea Wilt Disease – CWD.;  Mancha de Ascochyta - Ascochyta coffeae, e as bacterianas, Requeima do cafeeiro - Xylella fastidiosa; Mancha-aureolada - Pseudomonas syringae pv. garcae (Amaral, Teixeira & Pinheiro) Young, Dye & Wilkie.; as virais Mancha-anular dos frutos, bem como as causadas por nematoides e as doenças abióticas como a morte seca da raiz e ponta dos ramos.

 

Cana-de-açucar, As mais comuns causadas por fungos como a Ferrugem - Fungo Puccinia melanocephala; Carvão - Fungo Ustilago scitaminea; Mancha parda - Fungo Cercospora longipes; Podridão abacaxi - Fungo Ceratocystis paradoxa; Podridão vermelha – Fungo Colletotrichum falcatum, e a Podridão de fusarium (fusariose) – Fungo Fusarium moniliforme.

Em outras culturas como a das flores, os fungos, bactérias, vírus e nematoides também estão presentes, sendo necessário destacar que sempre decorre de um solo e planta com algum desequilíbrio, daí a ação do STARK de promover o incremento da vida microbiana endêmica torna-se uma grande solução de baixo custo e grande eficiência aos problemas relacionados a organismos patogênicos que encontrando um equilíbrio da biota do solo deixa de agir contra a planta em razão de que terá que disputar seu espaço com outras centenas de organismos diferentes e ainda por entre eles haver muitos que são seus “predadores”.

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